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Rio de Janeiro chama 1.358 educadores para alteração de carga horária

O Governo do Estado do Rio de Janeiro aprovou a migração de carga horária de 1.358 professores da rede estadual. Os docentes passarão de 18 para 30 horas semanais.

Divulgue pra geral:

A migração de carga horária de 1.358 professores da rede estadual foi aprovada pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro. Essa ação integra o processo seletivo interno para a função de Professor Docente I, que proporciona a ampliação da carga semanal de 18 para 30 horas.

Esta é a primeira vez, neste ano, que a lista dos docentes aprovados é divulgada. Com essa alteração, os profissionais terão um aumento em seus salários, pois a nova carga horária inclui mais tempo dedicado à regência, ao planejamento e à formação contínua.

Os professores que foram aprovados devem se apresentar na Coordenadoria de Gestão de Pessoas da sua respectiva regional. O comparecimento deve ocorrer conforme o dia e horário estipulados no edital publicado no Diário Oficial, onde poderão escolher as vagas e os horários das aulas.

Migração abrange diversas disciplinas

O edital abrange professores de várias áreas do conhecimento, incluindo Matemática, Língua Portuguesa/Literatura, Inglês, Espanhol, História, Ciências Físicas e Biológicas, Educação Artística, Geografia, Química, Biologia, Educação Física, Física, Filosofia, Pedagogia, Sociologia, Ensino Religioso, Enfermagem, Administração e Informática.

Os salários serão ajustados segundo a tabela de vencimentos do Professor Docente I – 30h após a implementação da mudança na folha de pagamento.

Conforme informações do governo estadual, essa alteração de regime é vista como uma melhoria na carreira docente e pode impactar positivamente as vantagens na aposentadoria dos servidores que optarem por essa mudança.

Carga horária com foco em regência e planejamento

A nova jornada de 30 horas semanais será estruturada em 20 horas dedicadas à regência efetiva e 10 horas voltadas para planejamento e estudos, seguindo as diretrizes estabelecidas pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação.

A classificação dos professores nas unidades escolares para fins de alocação em turmas e turnos permanecerá inalterada com essa migração. Além disso, não haverá compromissos na progressão na carreira dos educadores.

O governo assegurou que os docentes manterão seu nível e referência anteriores à migração conforme o Plano de Carreira do Magistério.

Esse processo atende a uma demanda histórica da categoria que há anos solicita a ampliação da jornada com reflexos diretos tanto na remuneração quanto na organização do trabalho nas escolas estaduais.

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