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Filhotes de jiboia são salvos em campus universitário de Belford Roxo

Os filhotes passaram por uma avaliação médico-veterinário que atestou que estavam saudáveis. Em seguida, a equipe realizou a soltura na Área de Proteção Ambiental Estadual do Alto Iguaçu (APA Alto Iguaçu)

Divulgue pra geral:

No último dia 10 de abril, um vigia da Universidade Abeu, localizada em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, se deparou com a surpreendente presença de dez filhotes de jiboia (Boa constrictor) e sua mãe em um campo próximo à quadra esportiva da instituição. Ao avistar os animais, o vigia rapidamente notificou os guarda-parques do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que conseguiram resgatar apenas os filhotes, pois a mãe jiboia havia se refugiado na mata.

Os filhotes foram encaminhados para a Área de Proteção Ambiental Estadual do Alto Iguaçu (APA Alto Iguaçu), uma unidade de conservação sob a administração do Inea e situada na mesma região. Após serem avaliados por profissionais veterinários, constatou-se que os jovens répteis estavam em boas condições de saúde. Posteriormente, a equipe procedeu com a soltura dos filhotes em um local apropriado dentro da APA.

A jiboia é uma espécie comum em diversos biomas brasileiros, incluindo a Mata Atlântica, Amazônia, Cerrado, Caatinga e Pantanal. Essa serpente pode alcançar até quatro metros de comprimento, é predominantemente noturna e solitária. Além disso, é uma nadadora habilidosa e predadora eficiente, utilizando a técnica de constrição para capturar pequenas aves e mamíferos.

Diferentemente de muitas outras serpentes, a jiboia não deposita ovos: ela é vivípara, o que significa que os filhotes se desenvolvem dentro dos ovos no interior do corpo materno, nascendo já formados e vivos.

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