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Placa interativa revela a história do edifício do Iphan na Avenida Rio Branco

A iniciativa do Rio Memórias oferece acesso por QR code a conteúdos sobre a história do edifício e do patrimônio da cidade.

Divulgue pra geral:

A sede do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) localizada no Rio de Janeiro agora possui uma placa interativa, que visa promover a preservação e disseminação da memória urbana. Situado na Avenida Rio Branco, no coração da cidade, este edifício passa a fazer parte do projeto Aqui Tem Memória, uma iniciativa desenvolvida pelo Rio Memórias que utiliza tecnologia digital para conectar tanto cariocas quanto visitantes à rica história local.

A proposta é bastante acessível: por meio de QR codes instalados em diversos prédios, monumentos e vias públicas, os usuários podem acessar uma variedade de textos, imagens e narrações em áudio sobre esses locais. Essa abordagem tem ampliado a interação entre as pessoas e o patrimônio histórico do Rio de Janeiro, combinando a exploração da cidade com o acesso instantâneo a conteúdos históricos.

No caso específico da sede do Iphan, a nova placa destaca a história do antigo Edifício Docas de Santos, um importante símbolo da antiga Avenida Central, atualmente conhecida como Avenida Rio Branco. Este prédio é parte crucial de um trecho que representa o processo de modernização urbana da cidade no início do século XX.

Após passar por restauração e ser reinaugurado em outubro de 2024, o edifício reafirma seu papel como um bem cultural significativo e um espaço voltado à preservação da memória brasileira. Agora, além de sua arquitetura impressionante e das portas que são familiares aos transeuntes, o local oferece uma camada adicional de informação que pode ser acessada rapidamente através dos celulares.

A instalação dessa placa enriquece a experiência dos visitantes e estabelece um novo canal de interação entre o público e a história do edifício. Em vez de simplesmente admirar sua fachada, aqueles que transitam pela área podem compreender melhor o contexto do imóvel, sua relevância urbana e suas funções institucionais.

“Essa iniciativa sublinha a importância das colaborações que unem instituições públicas e a sociedade civil na valorização da memória coletiva. Mais do que apenas conservar o passado, ações desse tipo contribuem para manter viva a história da cidade, fazendo do Rio um lugar mais acessível, dinâmico e próximo das pessoas”, afirmou Patricia Corrêa, superintendente do Iphan no estado.

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