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Antigo edifício do Inmetro no Rio Comprido será fechado pela Prefeitura devido a invasões e furtos

Imóvel vazio há pelo menos cinco anos vem sendo alvo constante de usuários de drogas e furtos; acessos serão isolados com alvenaria e concertinas

Divulgue pra geral:

A Prefeitura do Rio de Janeiro decidirá fechar completamente o antigo prédio do Inmetro, localizado na Rua Santa Alexandrina, no bairro do Rio Comprido. A determinação ocorreu após uma série de incidentes, como invasões e furtos, além de danos ao imóvel que está desocupado há pelo menos cinco anos e se tornou um ponto frequente para usuários de drogas.

A notícia foi divulgada nesta terça-feira (12/05) pelo subprefeito do Centro, Alberto Szafran, após uma inspeção no local. Ele informou que a prefeitura montará uma força-tarefa para bloquear todos os acessos ao edifício, com o intuito de evitar novas entradas irregulares.

Conforme explicado por Szafran, o fechamento será feito com a utilização de alvenaria e instalação de concertinas. As obras ficarão sob responsabilidade da Secretaria Municipal de Conservação. “Estamos cientes da possibilidade do governo federal utilizar esse espaço em breve. Entretanto, até que isso ocorra, o secretário de Conservação, Diego Vaz, atendeu rapidamente ao pedido da subprefeitura para vedar todas as entradas”, acrescentou.

O principal objetivo dessa ação é impedir a utilização irregular do imóvel enquanto não há um planejamento definido sobre seu futuro.

Embora seja popularmente conhecido como “prédio do Inmetro”, vale ressaltar que o edifício não pertence mais ao instituto federal. O próprio Inmetro confirmou que nunca foi proprietário do local. O imóvel pertence à União e foi cedido ao instituto durante a década de 1990 através de um contrato com o antigo Departamento Nacional de Estradas e Rodagens.

Após o fechamento desse departamento, a administração do prédio passou para a Superintendência do Patrimônio da União no Rio. Em 2021, o Inmetro fez a devolução formal do edifício, e a entrega das chaves ocorreu em 2022.

No mesmo ano, a Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) assumiu a responsabilidade pela guarda do prédio.

A universidade afirmou nos últimos meses que o imóvel não se encontra abandonado e revelou ter implementado medidas de conservação ao longo dos anos. No entanto, admitiu que enfrenta dificuldades significativas em relação à segurança.

A Unirio relatou que empresas contratadas se recusaram a continuar prestando serviços no local devido aos riscos gerados pelas invasões constantes e pela falta de controle no acesso ao edifício.

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