Sabe aquela história de “gato por lebre”? Pois é, dessa vez, a confusão se deu com imóveis destinados à população de baixa renda em São Paulo. O Ministério Público paulista entrou na jogada, pedindo a suspensão de vendas que estariam favorecendo quem não deveria estar na fita.
Imagina, dois pesos pesados da construção, MF7 Construtora e Incorporadora e M.A.R. Hamburgo Desenvolvimento Imobiliário, foram multadas porque estavam vendendo apartamentos destinados a famílias com renda de até seis salários mínimos para galera que ganha bem mais. Caramba, parece até roteiro de novela, mas é a vida real!
E a bronca não é pouca coisa não: as multas são monstruosas e equivalem à outorga onerosa que as construtoras deviam ter pago. A M.A.R. Hamburgo levou um “presente” de R$ 13,3 milhões, enquanto a MF7 amargou R$ 17,7 milhões. Só para explicar, essa outorga é tipo um pedágio que permitem aos prédios ter certos privilégios sem pagar aquela fortuna.
As investigações começaram em 2022 e, de lá pra cá, só aumentou a prova de que o controle tá meio capenga. Os promotores destacaram que a falta de fiscalização da prefeitura está permitindo esse tipo de irregularidade. Parece que tanto apartamento “popular” está mais popular entre abastados do que deveria, né?
E a pergunta que não quer calar é: e a prefeitura, cadê? Pois bem, a gestão garante que está de olho, aplicando sanções e tentando botar ordem na casa. Avisou que já notificou mais de 24 mil unidades na cidade e promete continuar fiscalizando. Mas convenhamos, não é fácil arrumar essa bagunça quando não tinha nem um setor específico para isso na prefeitura!
É um drama, mas não precisa de pipoca não. O que precisamos é de uma solução que beneficie de fato quem precisa, garantindo que as políticas públicas atinjam as famílias vulneráveis. Então, bora acompanhar esse desenrolar e cobrar as ações corretas. Afinal, quem é de verdade sabe quem é de mentira, não é mesmo? Fique ligado e compartilhe seu ponto de vista nos comentários!



