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Rio Comprido lança projeto habitacional com estúdios acessíveis a partir de R$ 600 mensais, preço equivalente a um carro.

Empreendimento será lançado neste sábado em antigo prédio da Fundação Roberto Marinho, com unidades voltadas a investidores e moradores e VGV estimado em R$ 40 milhões

Divulgue pra geral:

O grupo da família Chor realizará o lançamento de um novo residencial, que ocupará o histórico prédio da Fundação Roberto Marinho, situado no Rio Comprido, neste sábado (25/04). Localizado na Rua Santa Alexandrina, este projeto marca a entrada formal de Beny Chor, filho de Rogério Chor, no setor imobiliário do Rio de Janeiro, através da Newview Incorporações. A informação sobre a aquisição do imóvel foi divulgada em primeira mão.

O empreendimento contará com um processo de retrofit no edifício, que esteve desativado por vários anos após a concentração das atividades da fundação no complexo InfoGlobo, localizado no Centro. Serão oferecidas 138 unidades habitacionais, que incluem estúdios, gardens e apartamentos de um e dois quartos, algumas das quais terão vista para o Cristo Redentor.

Beny Chor comentou sobre o interesse que o projeto tem gerado entre investidores internacionais, especialmente de Portugal e Japão. O estande de vendas possui dois apartamentos decorados e tem atraído visitantes locais interessados em adquirir uma unidade para residir. Ele destacou ainda que há muitos anos o bairro não recebe novos empreendimentos residenciais.

Nomeado Rebouças, o condomínio proporcionará transporte em uma van até a estação de metrô mais próxima e contará com um ano de acesso ao sistema de monitoramento Gabriel, que é conectado diretamente às autoridades policiais.

Os preços dos estúdios começam em R$ 215 mil, valor equivalente ao preço de um carro novo no Rio. As parcelas mensais têm início em R$ 600 e durante o período das obras os compradores precisarão pagar apenas 25% do valor total do imóvel. O restante poderá ser quitado na entrega da unidade ou financiado. Uma opção é utilizar os recursos do aluguel para cobrir as prestações, conforme explicou Vitor Moura, sócio-presidente da Patrimóvel.

Conforme Beny Chor, o projeto foi pensado para atender tanto investidores quanto moradores, adotando uma abordagem híbrida que vem se destacando no mercado atual. O Valor Geral de Vendas (VGV) é estimado em R$ 40 milhões. “A combinação de moradia com investimento é uma tendência evidente”, afirmou ele.

Sandro Morais, sócio e diretor-geral Comercial da Somma Rio, acrescentou que o Rebouças abrange três áreas com alta demanda por residências no Rio: está próximo à Tijuca, a poucos minutos da Zona Sul e praticamente é uma extensão do Centro. Ele ressaltou que essas características aliadas a condições comerciais favoráveis — como parcelas a partir de R$ 600 — colocam o empreendimento como uma grande oportunidade para poupança forçada e investimento tradicional em moradia qualificada. “É uma alternativa única em uma região dominada por projetos antigos e defasados”, ponderou Morais.

O residencial contará com segurança reforçada e diversas opções de lazer e conveniência, incluindo piscina, spa com sauna, academia, salões de festas e jogos, espaços gourmet e coworking, lavanderia, lounge relaxante, bicicletário, jardim externo, playground, centro para delivery, minimercado e área pet. A execução da obra ficará sob responsabilidade da Kadima Construções com previsão de entrega para fevereiro de 2028.

A Newview ainda está desenvolvendo outros dois projetos de retrofit: um localizado em São Cristóvão e outro também no Rio Comprido. Juntos somarão mais de 200 unidades habitacionais entre estúdios e apartamentos com um ou dois quartos e opções com garden.

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