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Exposição da FGV no Rio celebra a riqueza da arte indígena das Américas

Focado em Diversidade e Território Exposição integra obras de diversas regiões da América Latina para explorar conexões entre saberes ancestrais e o cenário artístico atual

Divulgue pra geral:

No dia 6 de maio de 2026, a FGV Arte dará início à exposição intitulada Eu chorei rios: arte dos povos originários da América, sob a curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff. Este projeto reúne obras de artistas oriundos de diversas regiões, oferecendo um panorama diversificado das produções indígenas e envolvendo arte, memória e modos de vida.

Esta é a oitava edição desde a inauguração do espaço em 2023, apresentando uma seleção abrangente que inclui pinturas, esculturas, artefatos históricos e obras audiovisuais. A mostra estabelece um diálogo entre diferentes períodos da história, utilizando saberes indígenas para proporcionar uma nova perspectiva sobre a arte na América Latina.

Entre os artistas destacados estão figuras proeminentes como Ailton Krenak, Claudia Andujar, Daiara Tukano e Denilson Baniwa, além de nomes históricos como Mestre Valentim e Djanira. A intenção é desafiar as visões convencionais e inserir essas obras no cerne do debate contemporâneo sobre questões relacionadas a território e identidade.

A exposição se estende para além dos espaços internos da galeria, ocupando também a fachada e a esplanada da Fundação Getulio Vargas. Entre as intervenções artísticas, destaca-se uma pintura de Xadalu Tupã Jekupé e um jardim circular criado especialmente para o evento. Além disso, há obras que transformam o ambiente externo em uma experiência sensorial. A instalação de Jaider Esbell convida os visitantes a adentrar uma dimensão cosmológica da exposição.

Um dos principais destaques do projeto é o Manto Tupinambá. Glicéria Tupinambá apresenta essa peça tanto como obra quanto em uma ação especial durante a abertura. Ao retirar o manto de seu contexto museológico, a artista reintegra essa forma em um circuito dinâmico, convidando o público à vivência por meio do canto, da dança e da reflexão.

Além das exposições, a FGV Arte reafirma seu compromisso com a formação de públicos e com a democratização do acesso à cultura e à arte. Durante o período da mostra, mais de 100 escolas e cerca de 5 mil estudantes da rede pública participarão de visitas mediadas. Complementarmente, haverá um programa acadêmico com atividades formativas voltadas para o aprofundamento crítico dos temas abordados.

A exposição permanecerá aberta até 20 de setembro de 2026, com entrada gratuita e classificação livre.

Serviço:
Eu chorei rios: arte dos povos originários da América
Curadoria: Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff
Abertura: 6 de maio de 2026, das 19h às 21h
Visitação: até 20 de setembro de 2026
Local: FGV Arte, Esplanada da Fundação Getulio Vargas
Endereço: Praia de Botafogo, 186, Botafogo, Rio de Janeiro (RJ)
Horários: terça a sexta, das 10h às 20h; sábados e domingos, das 10h às 18h
Entrada gratuita | Classificação livre
Mais informações: https://arte.fgv.br

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