O Mana Poke, que começou como uma tendência de nicho oriunda do Pacífico, agora se solidificou como uma opção popular nos centros urbanos do Brasil. A marca não é apenas uma alternativa gastronômica, mas representa um modelo de negócios que combina rapidez e valor nutricional. Em uma conversa exclusiva, visitamos os bastidores da empresa para explorar como a harmonia entre a frescura dos ingredientes e a experiência do consumidor impulsiona o crescimento da rede.
Conversamos com Alessandra, gerente da unidade localizada em Botafogo-RJ, sobre os motivos que levaram à escolha desse mercado: “Acredito que o aumento na popularidade das academias e a busca por alimentação saudável foram fatores fundamentais. As pessoas começaram a se preocupar mais com sua saúde”, explicou.
Ao indagar se o foco do público-alvo continuava sendo o universo fitness, Alessandra revelou que essa era a intenção inicial. No entanto, a procura de diversos outros públicos levou o restaurante a ampliar sua visão: “Embora o objetivo fosse atender principalmente os fitness, começamos a receber muitos clientes de empresas na área de Botafogo. Durante o horário do almoço, o restaurante fica lotado com pessoas de escritório. É possível perceber que temos clientes de diferentes perfis. Eles apreciam o Mana Poke por oferecer opções saudáveis. Mesmo não frequentando academias, estão atentos à sua alimentação. Atualmente atendemos famílias, crianças e idosos. Temos um cliente fiel que vem quase todos os dias e sempre leva comida para sua esposa”, contou ela.
Sobre a origem do prato “Poke”, Alessandra explicou: “O Poke nasceu no Havai, onde pescadores utilizavam peixe cru e frutas locais como manga, picando tudo e servindo em vasilhas para comer. Com o passar do tempo, esse prato evoluiu e incorporou influências da culinária oriental, incluindo ingredientes como Sunomono e Gohan.”
Além de seu compromisso com a gastronomia saudável, o Mana Poke também demonstra responsabilidade ambiental por meio do projeto Mana Day. Esta iniciativa arrecada fundos para o Instituto Ecosurf, uma organização brasileira voltada à preservação dos oceanos e áreas costeiras, fundada pelo surfista João Malavolta. Perguntamos a Alessandra como o restaurante contribui com essa causa.
“Durante o Mana Day, em um dia específico, reverteremos R$ 5 de cada Poke vendido em todas as unidades do Brasil para apoiar o instituto”, afirmou.
Combinando a herança da culinária havaiana com um modelo de gestão responsável, o Mana Poke prova que ter sucesso na gastronomia contemporânea vai além do sabor. Seja pela personalização dos bowls ou pelo apoio ativo à conservação marinha através do Mana Day, a rede estabelece uma proposta onde consumo consciente e cuidado com o planeta andam juntos.
Onde encontrar?
Mana Poke Botafogo – R. Marquês de Olinda, 94
Mana Poke Ipanema – R. Visconde de Pirajá, 44
Mana Poke Barra da Tijuca – Av. Olegário Maciel, 214 – Loja F



